Era domingo, em torno das 21:00h quando estávamos chegando perto da casa em que iríamos ficar hospedados por 4 dias. Uma estrada de terra no meio do nada em Toscana. Já estava escuro. O GPS do carro indicava que faltavam 200 metros para o destino final. Eu não via nada, tudo escuro. 100 metros, um breu absoluto. Bom, eu que não sou exatamente uma pessoa calma, já estava com o coração na mão achando que estávamos completamento perdidos no meio do nada em Toscana. 50 metros e eis que uma casa enorme e uma luz aparecem.

Só no dia seguinte, com a luz do sol, pudemos admirar essa casa linda de pedras, toda decorada com objetos vintage que a dona coleciona há 20 anos. Esse post é para quem gosta de decoração, uma casa na Toscana:

Para se hospedar nesta casa hotel, visite o site deles, no qual vocês podem conhecer a história da casa, ver foto de todos os quartos, preços e informações: http://www.follonico.com O Fabio, proprietário, é super simpático.

Fotos: Fernanda Floret

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54 Comentários
  1. Gselle Nunes, disse:

    Estive na Toscana em agosto do ano passado. Pude conhecer várias cidades e dirigir pela estrada que liga Firenze a Roma, que é simplesmente linda! Estava certa que minha passagem pela Itália tinha valido a pena, mas que o próximo destino seria outro.

    Mas quando li este post e comecei a ver as suas fotos… Mudei imediatamente de ideia. Que lugar lindo, aconchegante, e quantos detalhes! Minha ceteza agora é de que quero muito conhecer este cantino da Toscana.

    Obrigada por compartilhar este momento.

  2. cristina, disse:

    Amei,muito lindo!
    Gostaria muito de conhecer esse lugar maravilhoso.
    Obrigado.
    Cristina

  3. livia, disse:

    Ola desculpa o incomodo mas qnd vc passa esse roteiro anterior dos dias e das cidades… vc passou as noites tds na casa Follonico ou dormiu nas cidades citadas!? estou programando uma viagem e fiquei curiosa!
    Obrigada
    Beijos
    Livia

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De Veneza pegamos novamente o trem rumo à Florença e em duas horas estávamos na cidade conhecida como “museu a céu aberto”.

Assim que entramos em nosso quarto meu marido olhou pra mim e disse: “Você está ficando boa nisso.” (em achar os hotéis certos pra ficar, hehe). Amei o comentário né? Eu havia escolhido um lugar que é uma mistura de hotel e apartamento – não tem recepção 24hs, por exemplo. Chama-se Granduomo Apartments. Eles te dão a chave da porta do prédio e pronto. Mas advinha a localização? Ao lado do Duomo, literalmente. Nosso quarto tinha vista para o Duomo, e era o único com varanda, para aproveitarmos a vista. Quarto grande e janela à prova de som. O dia começava assim (foto tirada com tripé e controle remoto):

Ainda não falamos de Gelato e agora é uma boa hora. A Miyuki Operti já morou em Florença e ela quem passou a dica. Existem sorveterias em cada esquina, mas na cidade duas se destacam: Vivoli (desde 1930) e Perchè No! (desde 1939) – vá descobrir qual a sua favorita, são pra lá de incríveis!

Um prato também é típico da região: Bisteca à Fiorentina. Provamos e amamos.

O melhor jantar, simples, barato, caseiro, foi no Del Fagioli. A dica está no Guia Michelin, uma família que comanda esse pequeno restaurante e não abre aos fins de semana. Atendimento simpático, preço honesto e comida dos deuses. Saudades.

Ande bastante, a maioria das atrações se concentram no centro da cidade, de graça e tudo a pé (entrar no Duomo, passear pela Ponte Vecchio, ver as estátuas na Piaza della Signoria). Outro programa imperdivel é ir de manhã ao Mercado Central, ótima oportunidade de provar queijos, azeites, vinhos e comprar tudo com um bom preço.

O maior museu de arte da Itália fica em Florença, o Uffizi, e já que você não quer ficar parada numa fila em plena lua de mel, compre suas entradas online, como eu fiz, é perfeito. Compre aqui.

E falando em compras, tem uma loja ótima de lenços de cashemere na Rua Borgo de Greci, excelente opção de presente pra trazer pra mãe, irmã, etc. E tem que comprar um pinocchio, claro! Vocês vão ver muitos! Para quem não sabe, Carlo Collodi, criador do Pinocchio, nasceu em Florença.

E já que nós gostamos de histórias românticas, perto da Ponte Vecchio tem uma corrente com vários cadeados. Um morador local me contou que toda vez que um casal casa, vão lá e prendem um cadeado, que significa que o amor está guardado.

Fotos: Fernanda Floret

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Dizem que Veneza é ame ou odeie. Eu amei. E Paris que me perdoe mas achei Veneza a cidade mais fotogênica que conheci, linda, linda e linda! Chegamos em Milão e fomos de trem para Veneza, são 2:30hs de viagem. E chegar em Veneza é muito legal. Só aí você se dá conta que o carro da polícia é um barco, a ambulância é um barco, a entrega da DHL é num barco, rs… pra ficar mais engraçado, estava acontecendo o Festival Internacional de Cinema, e eu jurava que o Hugh Grant estava no mesmo ônibus/ barco que eu… mas não era, ele jamais usaria aquele terno horrível daquele moço, e não tinha sotaque inglês.

Ficamos no Novecento Boutique Hotel, listado no Travel + Leisure como um dos 500 melhores do mundo. É pequeno, charmoso, tem o café da manhã servido num jardim e muito bem localizado. Vocês vão escutar eu falar “bem localizado” em todos os posts da cidade. Localização é muito importante pra mim, para não perder tempo em deslocamentos, para estar no lugar certo na hora certa, sabe? O atendimento do hotel foi excelente. Chegamos no fim da tarde na cidade e tinhamos feito reserva num restaurante para o jantar mas estávamos atrasados. O gerente teve a iniciativa, sozinho sem eu pedir, de ligar para o restaurante e avisar que chegaríamos 15 minutos atrasados, para não perdermos a mesa. Adoro gente eficiente.

O melhor da cidade é o excelente e caro Osteria da Fiore. Muito importante você fazer reservas antes, afinal é pequeno e concorrido. Prosecco e comida divinos.

Na segunda noite jantamos no simpático Trattoria Antiche Carampane, também recomendo.

O legal de Veneza é se perder pelas ruelas e pontes, andar, andar e andar. Acordamos cedinho para pegar a praça mais famosa do mundo, Piazza San Marco, vazia e visitar a Basilica de San Marco. De lá, “navegamos” até Rialto Mercato, onde acontece todas as manhãs a feira da cidade. OK, sou louca mas eu acho o máximo conhecer os alimentos locais, frescos, provar uma fruta nova, saber o que é melhor pedir no restaurante à noite, rs. A feira de peixes acontece há 6 séculos no mesmo local.

Já ouviu falar sobre vaso de Murano? Pois Murano é uma ilha ao lado de Veneza, é o centro da indústria de vidraria desde 1291. Uma peça só pode ser chamada de Murano se foi produzida lá. E eu que adoro vasos e taças quis ir lá conhecer a produção e tive que me controlar para não comprar uma sala inteira de taças lindas – eles despacham para o Brasil. Mas tenho que confessar que desse passeio a parte mais legal foi que a fábrica que visitamos enviou um táxi para nos buscar no hotel, e o táxil é uma lancha, e foi o máximo fazer esse passeio de lancha de graça por Veneza, rs.

Andar de gôndola é progama de turista, mas quem se importa? É o máximo. Deixe para o final da tarde que fica mais romântico ainda.

Fotos: Fernanda Floret

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