A gente adora um mimo!! Quem mandou a lembrancinha do nosso evento foi a Melina, queridíssima e noiva com o casamento chegando, do site Carinhas Personalizadas. Ela desenvolveu uma linha ...
Brunch é uma mistura de café da manhã com almoço. Perfeito para aqueles dias em que acordamos mais tarde, sabe? Daí você junta numa refeição só o café da manhã e o almoço. E o que servir? Pense em itens que você come de manhã como frutas, bolos, pães, quejos, ovos, sucos, leite, café, e adicione itens de um almoço leve, como quiches, tortas, salmão defumado, saladas. O conceito de Brunch nasceu nos EUA e por lá eles servem bacon, panquecas, muffins, french toast, cinnamom, batatas, etc. Arrume tudo de forma bem bonita e farta.
Nosso tema era “brasileiro” e por isso demos uma atenção especial ao cardápio. Queríamos propor algo diferente, gostoso e saudável. No nosso cardápio tudo era natural, funcional, fresquinho e delicioso de verdade!
Cardápio
*Bolo Multigrãos
*Quiche de cenoura com alho poró
*Pastel assado de espinafre
*Kibe de soja
*Cesta com 3 tipos de paões: ceboura, beterraba, grãos
*Pastas para comer com os pães
*Pão de queijo
*Brigadeiro de tâmara com coco
*Morango com chantilly de chocolate
*Salada com frutas e mel
*Cupcake de chocolate com brigadeiro branco
*Bem Casados
*Chá de erva cidreira
*Suco natural de laranja e cenoura
*Chocolate quente
*Champanhe com suco de laranja
Drinques
A bebida perfeita para uma festinha com brunch é um coquetel de espumante com suco de laranja. Simplesmente fácil e delicioso. Misture numa taça metade de espumante e metade de suco de laranja. E tim-tim!
Conceito e Montagem: Fernanda Floret e Priscila Fighera | Fotos: Narciso Souza | Decoração e Flores: Bia Sandoval | Peças: D. Filipa | Comidinhas: Raízes Gemelle | Cupcakes: Cakes and Sweets | Bem Casados: Célia Bem Casados
Se você se interessou no cardápio, a Raízes Gemelle, o site dela é: http://www.raizesgemelle.com.br/
Aprendi a fazer esta receita de pão de queijo no Espaço B. Gourmet da Casa Cor 2010, com o chef Rogério Shimura, um dos melhores padeiros de São Paulo e sócio do Alex Atala. Por aí, já podemos perceber que a receita só pode ser das melhores – e digo mais: é muito fácil de preparar.
Desde então minha casa ficou mais acolhedora e mais cheirosa.
Para preparar o pão de queijo você precisará de um bowl, uma leiteira, 2 formas de alumínio, uma espátula e uma balança.
Ingredientes:
240g polvilho azedo
60g polvilho doce
6g sal
45g óleo
165g leite
45g ovos
150g queijo meia cura
30g queijo parmesão
E agora que vocês devem estar se perguntando: mas eu tenho que pesar tudo? Até o ovo?
Sim. E o motivo é muito simples: minha xícara não é igual a sua xícara. O ovo* que você vai usar tem tamanho diferente do meu.
A única certeza de usarmos as mesmas quantias, será usando a balança.
Se você não tem uma, não pense duas vezes em colocar na sua lista de noivas, ou se já é casada, compre uma. É um item essencial numa boa cozinha – e descobri isso recentemente.
Se você usar os pesos corretos, eu garanto que seu pão de queijo vai dar certo. :-)
Coloque os polvilhos e o sal num bowl. Ferva o leite e o óleo e depois despeje lentamente sobre os polvilhos.
Com a espátula misture os ingredientes até esfriar. Adicione o ovo e incorpore.
Por último, adicione os queijos (nesse momento você pode abandonar a espátula e misturar tudo com as mãos pois a massa já estará fria – não esqueça de tirar a aliança).
Tudo isso levará no máximo 10 minutos. Pré-aqueça o forno em 180 graus.
Enquanto aguarda o aquecimento do forno, faça pequenas bolinhas e coloque nas formas untadas, deixando espaço entre cada uma.
O tempo no forno é relativo. Eu faço bolinhas de 25g a 30g e meu é grande. Com isso, leva uns 30 minutos para ficar pronto.
Bom apetite!
* Para pesar o ovo, quebre-o num recipiente e misture a gema com a clara. Se ultrapassar 45g, retire o excesso com uma colher.
PS: Essa receita de pão de queijo pode ser congelada. Mas atenção para o truque: depois de preparar as bolinhas, leve ao freezer sem embalar ou cobrir. Após o congelamento, aí sim você pode armazenar num ziplock ou em algum recipiente.
Fotos: Narciso Souza
Minha amiga Priscila visitou essa semana a 21ªBienal Internacional do Livro de São Paulo, e por lá encontrou dicas ótimas para quem gostar de receber em casa, como a gente, não é mesmo? ;-) Olha a reportagem especial que ela preparou para vocês:
Ontem à noite eu e meu marido estivemos visitando pela primeira vez a 21ª Bienal do Livro. Apesar de não ter o mesmo charme da Feira do Livro de Porto Alegre (bairrista, eu?), que é realizada ao ar livre numa das praças mais bonitas da cidade, não foi menos interessante. As principais editoras estavam lá – mas lamentei que nem todas estavam aplicando descontos. A Editora 34 por exemplo, só dava desconto para professores. Já a Companhia Editora Nacional dava 30% para qualquer visitante. Com isso, o clássico livro de culinária da Dona Benta estava saindo por R$89,00. E a Taschen, que sou apaixonada, também estava com excelentes promoções, chegando em alguns livros a até 40% de desconto.
Mas há vários outros motivos para visitar a Bienal. Quem quiser agradar os sobrinhos e afilhados – falo em sobrinhos pois acredito que a maioria aqui ainda não tem filhos – será uma ótima oportunidade. Há vários estandes voltados apenas para os pequenos e na Editora Panini tem até uma estátua do Homem de Ferro (esse é bom não só para as crianças, pois meu marido quase tirou uma foto com ele!). Achei muito interessante o estande sobre “Educação Fiscal e Responsabilidade Social”, ensinando sobre ética e cidadania para as crianças. E surpreendam-se: estava lotado e com fila de espera.
Também tem muitas e muitas palestras acontecendo durante o dia todo. A programação está no site da Bienal. Eu fui especialmente para o Cozinhando com Palavras, um espaço onde se fala de literatura enquanto um chef prepara receitas inspiradas no tema. Só que eu escolhi um workshop não de comidas, mas sim de bebidas! No caso o “Encontro com Grandes Escritores Americanos no Bar”. Três barmans ensinaram a preparar os drinques preferidos de oito escritores americanos, conhecidos não só pela literatura mas também por suas bebedeiras e frases que não levaram o Pulitzer nem o Nobel, como essa de F. Scott Fitzgerald que disse: “Primeiro você toma um drinque, então o drinque toma um drinque e depois o drinque toma você”. Uma verdade muito profunda. :)

Os drinques ensinados foram Boilermaker, Gim Rickey, Margarita, Mojito, Negroni, Gibson, Between the Sheets e Screwdriver. Todos os drinks ensinados estão no livro “Guia de Drinques dos Grandes Escritores Americanos”, de Edward Hemingway e Mark Bailey, publicado pela Editora Zahar. É um bom livro para usar nas noites em que você vai receber os amigos, pois além da receita dos drinques, cada bebida acaba ganhando uma história interessante para contar. Eu já fiquei imaginando uma noite “sarau-drink-experience: testar vários drinques com os amigos enquanto realizamos a leitura do livro.

Escolhi reproduzir para vocês o Between the Sheets, que foi o único drinque de uma autora mulher, a poeta e dramaturga Edna St. Vincent Millay.
Between the Sheets
20ml de conhaque
20ml de rum
30ml de cointreau
15ml de suco de limão siciliano
Coloque todos os ingredientes nuam coqueteleira com gelo, bata bem e coe para um copo de coquetel gelado. That’s it.
Além das receitas dos drinques, aprendi também que existem basicamente três modos de montagem de drinques (e isso não está no livro, foi um dos barmans que deu a dica): montado, batido e mexido. Não existe uma regra fixa, mas sim recomendações para cada drinque. Você pode fazer um mesmo drinque nas três versões de preparo e o resultado será diferente – e por isso mesmo é interessante testar todos e descobrir qual o seu preferido para cada bebida. Abaixo a descrição simplificada de cada tipo de montagem:
Montado: É preparado no mesmo copo onde o drinque será bebido e as bebidas são sobrepostas. O mix dos ingredientes se dá enquanto o cliente vai bebendo.
Batido: É preparado na coqueteleira. A bebida é misturada com o gelo e literalmente, batido.
Mexido: É feito num copo à parte com gelo. Após colocar a bebida deve-se mexer rapidamente e por pouco tempo e depois transferir para outro copo resfriado, porém sem o gelo. A idéia é só dar o “choque térmico”.
Então é isso, meninas. Espero que tenham gostado das dicas.
A 21ª Bienal do livro vai até esse domingo, dia 22 de Agosto. Maiores informações no site.
Eu adoro morango… quando eu era criança, tinha um canteirinho em casa onde eu plantava morangos. :-)
E esse é um dos meus doces favoritos! Aprendi com minha mãe e adoro, é fácil de fazer e delicioso.
Os ingredientes são:
Obs: a quantidade exata de bolacha depende do tamanho da travessa em que você for fazer, às vezes gasta-se 1 pacote e meio. Quanto mais morango, melhor. Eu usei 1 caixinha e meia. E a colher de maizena não deve ser muito cheia.
Modo de Fazer:
Levar ao fogo o leite condensado, o leite, as gemas e a maizena, até formar um creme consistente (mexer bem e o tempo todo, dura só uns minutinhos). Tirar do fogo e juntar o creme de leite.
Num prato fundo, montar uma camada de bolacha champanhe, uma camada de morangos picados e 1 camada do creme. Repetir as camadas, terminando com bastante creme.
Depois é só decorar com morangos bem bonitos, e bom apetite!
Fotos: Fernanda Floret
Acho que todo mundo gosta de bolo de cenoura! É uma delícia de café da manhã, de lanche da tarde, a qualquer hora! Eu gosto assim, cortado em quadradinhos, para poder pegar com a mão mesmo e comer.
Existem várias receitas diferentes para bolo de cenoura. A que eu aprendi com minha mãe e sempre dá certo é assim:
3 cenouras tamanho médio
3 ovos
1 xícara de óleo
2 xícaras de açúcar
2 xícaras de farinha de trigo
1 colher de sopa de fermento
1 pitada de sal
Modo de preparo:
Descascar, lavar e picar as cenouras; colocar no liquidificador as cenouras picadas, óleo e ovos. Bater até se tornar um creme; despejar numa tijela e juntar então o açúcar e farinha de trigo. Mexer muito bem. Adicionar o fermento e sal. Untar uma assadeira e despejar a massa. Levar ao forno já pré aquecido. Para saber o ponto certo do bolo, é só espetar um palito de dentes, se ele sair limpinho, é porque a massa está pronta.
Cobertura:
2 colheres de sopa de manteiga
3 colheres de sopa de açúcar
3 colheres de sopa de Nescau
Numa panelinha, no fogão, derreter a manteiga e adicionar os outros ingredientes, mexendo sem parar. Se necessário, coloque um pouquinho de água (bem pouco).
Para mim, o segredo de um bolo gostoso é mexer muito bem, com carinho, a massa.
Bom fim de semana!
Foto: Fernanda Floret
Sábado de sol, me deu vontade de fazer um peixinho saudável. E garanto que foi tudo bem rápido!
Passei no mercado e comprei filé de peixe Saint Peter fresquinho, temperei com sal, pimenta do reino moída e azeite. Enquanto o peixe ficou marinando por um tempinho, descasquei uma batata e cortei em rodelas, cortei uma cebola também em rodelas e separei a cenoura (que pra falar a verdade, já comprei assim ralada).
Num quadrado de papel alumínio coloque as rodelas de batata por baixo, a cebola e a cenoura. Por cima, o filé do peixe. E daí joguei mais um pouco de azeite (comprei um azeite com sabor de limão, bem perfumado!).
Feche o papel alumínio assim como na foto abaixo, para não deixar escapar vapor.
Leve ao forno pré-aquecido. Ficou por meia hora. Nesse tempo fiz o arroz de beterraba e salteei uns tomatinhos cereja na frigideira com azeite e majericão.
A montagem do prato: arroz por baixo, o filé de peixe por cima, e os tomatinhos de lado. Debaixo do filé de peixe tinha a batata, cebola e cenoura, que não ficaram aparecendo na foto… E acompanhando um vinho branco.
Fotos: Fernanda Floret
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