5 lugares para comer um bom docinho

Quem não ama um bom docinho de casamento? Ainda bem que a gente não precisa esperar ter algum casamento para poder comer essas gostosuras. Várias empresas em São Paulo tem loja própria para você transformar seu dia em dia de festa particular 😉

Fleur de Sucre

Se na festa você acaba nunca provando o bolo do casamento, passe na loja da Fleur de Sucre para o prazer de comer pão de ló com paçoca recheado de doce de leite, dos deuses! Bombons, docinhos e bolos numa loja charmosa no Itaim.  fleurdesucre.com.br Rua da Mata, 191 – Itaim – São Paulo – (11) 3078-3082

 

 

 

La Vie en Douce

A chef de cozinha Carole Crema sempre foi sucesso nas mesas de doces dos melhores casamentos. Destaque para a linha vintage de brigadeiros, cajuzinho e beijinho, além dos bombons com chocolate belga.  lavieendouce.com.br Rua Pedroso Alvarenga, 514 – Itaim – São Paulo – (11) 3078-1110

 

 

 

Maria Brigadeiro

O brigadeiro é sempre o primeiro doce a acabar nas festas, todo mundo adora! Na loja linda da Maria Brigadeiro é possível degustar na hora ou montar uma caixa para levar para casa os sabores variados de brigadeiro de menta, limão siciliano, baileys, castanha de caju e até cachaça! mariabrigadeiro.com.br Rua Capote Valente, 68 – Pinheiros – São Paulo – (11) 3085-3687

 

 

 

Nina Veloso

Bateu vontade de comer macarons? Na loja da Nina Veloso tem essas delícias feitas com farinha de amêndoas, docinhos variados, mini sobremesas e o novo brigadeiro com alecrim. Tudo isso numa casa fofa com deck num rua tranquila de Pinheiros.  ninaveloso.com.br Rua Costa Carvalho, 195 – Pinheiros – São Paulo – (11) 3032-6453

 

 

 

Cupcakeria

A moda atual nos casamentos é substituir o bolo por uma torre de cupcakes ou oferece-los de lembrancinhas para os convidados. Cupcakes no tamanho certo, macio e com recheio gostoso tem na Cupcakeria, com sabores de bicho do pé, brigadeiro, framboesa, nutella entre muitos outros. cupcakeria.com.br Rua Caconde, 250 – Jardins – São Paulo – (11) 3051-3384

 

 

 

Roupa de Noiva | White Hall

Quem começa a pesquisar vestidos de noiva sempre sonha com um Vera Wang, um Monique Lhuillier… a boa notícia é que agora temos no Brasil! A White Hall, de Livia Colucci e Alana Cordeiro, trouxe com exclusividade modelos dos sonhos dessas duas estilistas, além de também representar os nacionais André Lima, Carla Gaspar e uma linha própria. A vantagem de comprar o vestido na White Hall e não ter que viajar ao exterior? Além de evitar que você precise voltar ao exterior mais de uma vez para as provas e trazer o vestido no avião, na White Hall elas tem uma costureira exclusiva para todos os ajustes, porque afinal toda noiva emagrece na semana do casamento! A loja ainda conta com vestidos para madrinhas e convidadas, bolsas e acessórios de festa e os amados noivinhos Lladró. Eu estive lá na inauguração conferindo tudo e a 4GP filmou e mostra com exclusividade para vocês!

Vídeo: 4GP Videojornalismo

White Hall: whitehall.com.br | Tel: (11) 3061-0145 | Alameda Tietê , 27 – Jardins – São Paulo/ SP | contato@whitehall.com.br

 

Roupa do Noivo | Carlo Pignatelli

O post de hoje é para vocês encaminharem para o noivo!  Na verdade, é para os noivos que buscam uma roupa de corte moderno e elegante. Carlo Pignatelli é um estilista italiano especializado em moda masculina – na verdade tem linha feminina e acessório também, mas o forte é o masculino 😉 – com aquela elegância que só os italianos sabem fazer. E a Black Tie trouxe com exclusividade para suas lojas essa coleção maravilhosa para seu futuro marido estar perfeito no grande dia.

Onde encontrar?  Na Black Tie: blacktie.com.br – (11) 3067-4600

 

Lua de Mel na Turquia | Istambul

No café da manhã há sempre azeitona, pepino e tomate, 99% de população é mulçumana, imensa maioria jovem, o povo adora futebol, o trânsito é pior do que São Paulo e os motoristas de táxi são estressados (rs!), os doces com pistache são de comer ajoelhada, o visual das mesquitas no horizonte é lindo, a competição com a Grécia é enorme, a cultura é riquíssima. Já foi Constantinopla e Bizâncio, hoje é Istambul. Chegamos na Turquia!

(Multidão de jovens na rua, já era meia noite!)

O dia começou com um city tour pelo Hipódromo Romano, o Obelisco Egípcio, a Coluna Serpentina e a Fonte Alemã, a Mesquita Azul (absolutamente linda e única com seis minaretes) e a Basílica de Santa Sofia. Mas sem dúvida o mais interessante de andar por Istambul é ver a mistura de culturas na rua, afinal a cidade é dividida uma parte na Europa e outra na Ásia, quer coisa mais interessante que isso? Depois do tour a guia nos levou para uma loja de cerâmica e eu confesso que adorei. Quando viajo sempre procuro comprar algum objeto realmente bonito para minha casa, e não aqueles souvenires qualquer. Adorei ter um prato de cerâmica turca cheia de tradição para agora chamar de meu. Com a tarde livre, partimos para o Grand Bazar, construído no século XV, com mais de 54 mil metros quadrados e quatro mil lojas, é o maior bazar coberto do mundo, e eu estava louca para desvenda-lo. Na verdade a melhor coisa foi ter ido com a guia porque com tantas lojas é impossível você saber quais tem produtos bons e preços justos ou não. Ela nos levou numa loja de pashmina chamada Seda Tekstil, loja que é inclusive indicada no guia de viagem da Louis Vitton, me acabei de tanto comprar pashminas maravilhosas para mim e de presente para todo mundo!

Do Grand Bazaar fomos caminhando até o Mercado das Especiarias, que é de enlouquecer de tanta alegria. Eu nem sou muito de cozinhar, mas como não amar aquela mistura de aromas, sabores, cores e vendedores simpáticos? Foi lá também que provei a primeira (segunda e terceira) Baklava, doce dos mais típicos da Turquia, cheio de mel e pistache, uma maravilha. Aproveitamos a dica de almoçar num restaurante típico que fica na saída do Mercado de Especiarias chamado Pandeli (desde 1901). Durante a noite não tive sorte. Eu havia lido em muitos blogs e revistas a indicação do restaurante/ baladinha 360°, um lugar com uma bela vista da cidade para jantar e após a meia noite vira pista de dança. Bem que quando pedi para a recepção do hotel fazer a reserva eles disseram não recomendar, mas ignorei e insisti na reserva, afinal todo mundo só falava bem! Nem eu nem Mauro gostamos: atendimento péssimo, comida sem graça, exageradamente caro e cheio de turistas. Quanto à vista da cidade, na verdade vários lugares da cidade tem uma vista bonita, deveríamos ter ido no que o hotel indicou que tem a mesma vista mas atendimento e comida bem melhor, Leb-i derya, fica para próxima.

No dia seguinte já estava programada nossa viagem para Ancara (capital da Turquia) e depois Capadócia (terá post em separado). Depois ainda voltamos para um dia extra em Istambul, no qual queríamos ter ido ao Palácio TopKapi mas era justo o dia em que ele estava fechado, também ficou para próxima. Então resolvemos andar calmamente descobrindo a cidade. Fomos até Ortaköy, bairro cheio de lojinhas, artesanato, bares e restaurantes, amei. Fomos na Cisterna (palácio subterrâneo), uma das coisas mais impressionantes que já vi, um passeio com música clássica e 332 colunas de muita história. Já que estávamos perto de Santa Sofia, fomos conhecer a rua Sogukçesme Sokagi, uma ruela de casas tradicionais de madeira dos séculos 18 e 19 e vários cafés charmosos por perto.

Ficamos hospedados no Hotel Marmara Taksim, que foi ótimo e super bem localizado, mas se seu bolso permitir, não perca a oportunidade de ficar no Çiragan, uma antigo palácio transformado em hotel na beira do Bósforo. Um sonho. Se não der para se hospedar lá, não faz mal, vá numa tarde para o chá, das 15 às 19h. Imperdível. Comida maravilhosa, chá, champanhe para brindar a viagem maravilhosa. E como comer pouco e bobagem, terminamos nossa última noite no restaurante Topaz, o melhor que fomos em Istambul, Topaz, com atendimento perfeito e vista para o Bósforo.

Achamos pouco tempo em Istambul (2 dias inteiros), havia muito mais para ser visto, explorado, experimentado. Mas o que vivemos lá foi intenso, a cidade é linda. Próxima parada, Capadócia.

Fotos: Fernanda Floret

Sessão de Fotos | Patricia + Eduardo

Confesso que tenho evitado publicar aqui no blog sessão de fotos de noivos porque por mais que todas as fotos que eu receba sejam lindas e felizes, é difícil sair do óbvio. Mas quando recebi essas fotos abaixo, não resisti. A Av. Paulista em São Paulo é um dos lugares preferidos dos casais para uma sessão de fotos. Era uma segunda-feira, às 21:30h, após o horário de trabalho do noivo, tinha tudo para ser óbvio mas ficou absolutamente maravilhoso! Eu amei.

A Marina Lomar é do Rio de Janeiro mas de vez em quando vem para São Paulo produzir essas belezas!

Fotos: Marina Lomar

Casamento | Juliana + Diego

Você sempre pode fazer uma festa sem dinheiro, mas nunca sem amigos!” A Juliana me enviou um e-mail com essa frase. Depois dessa eu não precisaria comentar mais nada, mas não resisti e comento também que a data marcada num feriado fez com o espírito de festa durasse pelos quatro dias e Juliana se casou sob a árvore que mais gosta, na cidade em que passou boa parte da infância, com tudo feito por ela e pelos tais amigos, claro.

Fotos: Rogério Araújo | Local: Hotel Porto Grande, São Sebastião, SP | Buffet: Marakuthai | Doces: Kykah e Ana Luiza

Lua de Mel na Grécia | Santorini

Kali mera é como se diz bom dia em grego. Acredito que não tem como o dia não ser bom em Santorini. Sempre nas listas dos melhores destinos para lua de mel, Santorini é uma ilha vulcânica em forma de lua crescente, com aquele mar azul lindo e casinhas brancas construídas no penhasco, comida deliciosa (pense num bom peixinho, bom azeite, boa salada), tranquilidade e o pôr do sol mais famoso do mundo.

Tenho várias dicas que vocês poderão ler abaixo, mas com certeza a melhor dica em Santorini é: fique em Oía (pronuncia-se Ía), especialmente se você estiver em lua de mel. Oía fica na ponte norte da ilha e é lá que acontece a vista do pôr do sol. É lá também que tem o visual que vemos nas fotos e revistas, das casinhas brancas, do charme. É lá que se encontram os melhores restaurantes. E lá as ruazinhas são só para pedestres, estreitas, portanto bem complicado de você ir de carro e estacionar perto. Os hotéis em Oía são mais caros do que no restante da ilha, mas vale cada centavo, você nem vai querer sair de lá. Passamos 3 noites e as 3 fomos assistir ao pôr do sol. Simplesmente um paraíso. Ficamos hospedados no La Perla Villas com quartos bem típicos e incrustados nas rochas, mas se você quer mais luxo, recomendo o Mystique, Katikies ou Kirini.

(café da manhã na varanda do nosso quarto)

No primeiro dia alugamos um carro pequeno para conhecer toda a ilha. Como não somos um casal que fica muito tempo na praia tomando sol (preciso preservar minha pele branquinha, rs!), num mesmo dia fomos em todas as praias.  Pegamos o carro em torno das 10h da manhã e fomos para Kamari, a praia que mais gostei. Não sei se podemos dizer exatamente praia, como é uma ilha vulcânica, as praias não são de areia fina como estamos acostumados e sim de pedrinhas. Kamari é do “grupo” de praias de areia preta, ou melhor, pedrinhas pretas. Por lá uma boa variedade de restaurantes para o almoço também. Em seguida fomos para Perissa e Perivolos, ambas também praias de areia preta.

Após passear um pouco de carro por Megalochori (o ponto mais alto da ilha) e Pyrgos (região das vinícolas), fomos rumo à Red Beach, a praia de areia vermelha. Nessa praia, diferente das praias de areia preta, não há estrutura de cadeiras e guarda sol, você precisa fazer uma pequena trilha para chegar à praia. Em seguida pegamos o carro novamente e andando no sentido do farol, achamos uma lojinha linda que vendia produtos regionais – ah, que arrependimento não ter comprado nenhum azeite!

No fim da tarde fomos passear pela capital da ilha, Firá. Lá tem uma vista linda para a cratera e a ilha de Néa Kaméni. Lá que tem as mulas, que são símbolo da cidade, que trazem os turistas dos navios que ancoram no porto e sobem para passear pela cidade (há o bondinho também, bem melhor, só citei as mulas porque são símbolo!) e muitas, muitas lojinhas. Mas sendo sincera, nem gostamos muito porque as lojinhas e restaurantes de Oía são bem melhores, então fomos embora logo assistir ao pôr do sol 😉 Devolvemos o carro no mesmo dia.

Escolhemos fazer um passeio de barco no segundo dia e foi excelente, afinal já que as praias são de pedrinhas e não dá para aproveitar muito, passe seu dia no mar! Existem várias opções de passeios, obviamente com variações de preços e conforto. A opção mais barata (EUR 33,00 por pessoa) é um barco que leva até 70 turistas e o almoço não está incluso. Escolhemos uma opção mais cara morrendo de medo de estarmos gastando dinheiro à toa, mas adoramos o dia! Custou EUR 135,00 por pessoa mas o barco é maravilhoso, haviam apenas 4 casais e um almoço delicioso incluindo salada, camarões e bisteca de porco. O passeio de 5h de duração também incluia paradas para mergulho de snorkel, foi um dia delícia. Voltamos a tempo de ficar um pouco na piscina do hotel e assistir mais um pôr do sol deslumbrante.

O terceiro dia foi reservado para ficar passeando e tirando fotos em Oía. 😉

Os restaurantes também merecem destaque em Santorini. Nosso primeiro jantar foi no Restaurante Ambrosia, o qual amamos tanto que vou comentar abaixo na “a melhor dica”.  O segundo jantar foi no “irmão” do Ambrósia, o Nectar and Ambrosia, comida divina e ainda fomos brindados com uma noite de eclipse lunar, foi muito especial. Gostamos tanto da comida que almoçamos lá novamente no último dia. Na terceira noite fomos ao 1800, o qual li a indicação em vários blogs e guias. Fica no topo de uma casa e é bastante premiado. Foi de lá que assistimos ao pôr do sol da terceira noite, com direito a taça de champanhe, muito chique. O peixe estava ótimo, tudo estava ótimo, mas eu havia amado tanto os restaurantes das noites anteriores que não consegui adorar o 1800. Faça reserva em todos os 3 antes de ir (eu já saí do Brasil com eles 3 reservados!)

O restaurante Ambrosia foi não só o que mais gostamos em toda a viagem como entrou para nosso top 5 de lugares que mais gostamos de ter jantado! Não é só a comida que vale mas toda a experiência: atendimento perfeito, um bom vinho e o lugar… ah, o lugar (suspiros)! Do alto de um penhasco, uma casa com poucos lugares, mesinhas na varanda debruçada para o mar azul, a noite caindo, a lua cheia, um jantar com a iluminação apenas da vela e da lua. Uma vista sem igual. Foi um momento único, terminando com uma tacinha de vinsanto (o vinho de sobremesa típico de Santorini).

Ao final do terceiro dia fomos para o aeroporto de Santorini, onde pegamos um voo para Atenas e de lá para Istambul, Turquia. Cenas do próximo capítulo.

Fotos: Fernanda Floret